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QUANDO O ASSUNTO É DINHEIRO

Por: Jaime Folle

 

        Nenhuma pessoa de sucesso que tenha ganho bastante dinheiro acredita que ele não seja importante. Queixar-se por falta de dinheiro é a pior coisa que alguém pode fazer por sua saúde financeira. “Na lei dos vencedores, aquele que focaliza expande, e o que se queixa, morre”. (Eker)

       Como existem pessoas que usam esta frase: “Odeio dinheiro”! “O dinheiro se torna extremamente importante nas mãos daqueles que sabem ganhar, e insignificante nas mãos daqueles que só sabem gastar”.

         A lei da atração existe: “os iguais se atraem”; isso quer dizer que quando uma pessoa possui pensamentos negativos sobre suas finanças e assim comenta sobre elas, está atraindo tudo o que de ruim possa acontecer a si e aos outros. Basta uma olhada ao redor para encontrar os lamentadores de plantão e observar como costuma ser difícil a vida destas pessoas que se lamentam sobre suas finanças. Estão antecipando seu inferno aqui na terra.

       Ninguém gosta de estar na companhia de reclamadores, eles são chatos. Não é a falta de sucesso nas finanças que transforma a vida numa porcaria, ela pode piorar com a insistente forma negativa de pensar.

      Quando o assunto é dinheiro, a vítima normalmente se justifica dizendo: “o dinheiro não é importante em minha vida” e começa culpar os outros por seus fracassos, procura desviar o olhar para si próprio como se o universo fosse o responsável por seu marasmo financeiro.

      A grande virada para o reverso da moeda se dá ao acreditar que as pessoas é que devem conquistar o seu próprio êxito financeiro e que, ao invés de promoverem sua desgraça e a dos outros, enchendo os ouvidos de quem não tem culpa, procure sair do quadrado mental e ir em busca de alternativas, que podem estar sendo ocultas pelo veneno de queixas repetitivas.

       Como disse Herv, “Quer ter muito dinheiro? Procure ter uma mente milionária. Quer ter pouco dinheiro? Procure ter uma mente de pobreza”. Todos gostam de gastar dinheiro, mas primeiro precisam cultivar o hábito de ganhá-lo, achando alternativas que, por vezes, estão ao alcance, porém inibidas pelas lamentações.

       “Não esqueça que você sempre vai ser maior do que o seu problema financeiro”.

        Até a próxima.